quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Anexo 20

. Eu ainda quero ver futuro no passado
. Também eu pequei em não dizer NÃO
. Errei por não relevar
. Meu corpo já pensou em contornar, tentou até
. Mas estou marcada/machucada demais para
esquecer tudo facilmente
. E você, [também] sempre pensou em ganhar,
nunca em gostar





Li um texto no blog de Thulio que me fez
levar alguns tapas, como esses!
Está tudo meio que escrito assim lá, mas
é tudo tão feito por/para mim, que tive
que transcrever para cá.
Sei nem mais o que comentar, só existe o
texto martelando na minha cabeça...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Anexo 19 - Fraternidade, qual a cor da minha ?

Quantas vezes você já esteve do lado do telefone que se
recusa a atender alguém? Quantas vezes fez alguém aflito,
por ouvir aquele som continuo e infinitamente frustrante
de não ser atendido?

Quantas vezes já esteve do outro lado?


**

Também tem um espelho na parede do quarto dele.
No entanto, o espelho é ele mesmo!

E minha memória já não me deixa lembrar o que
há escrito nesse espelho.
"Imagem refletida... re-fle-ti-da"






Fraternidade, qual a cor da SUA?

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Anexo 18 - [des]Determinação

Felizes eram aqueles encontros matutinos.
Sair de casa e encontra-lo logo nas primeiras
horas da manhã... Pegava-me planejando
tais encontros.
Até que tomei uma decisão e pronto. Os
encontros nunca mais aconteceram.


Primeiramente por vontade minha, depois
pelas circunstâncias mesmo, o emprego e tals.
Mas assim foi. Quem dera se para tudo eu
tivesse tanta determinação assim.


Eu prometi e não cumpri.
Eu prometi e não sumi.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Anexo 17

Quando Fevereiro Chegar...
Saudade e muitas lembraças.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Anexo 16 - Ironia ON

A culpa é da existência do Rum.
É hoje? Deve ser hoje...
Eu gosto de bebidas fortes: licores,
vodkas, tequilas, cachaças.
Adoro o clima de sol, praia, Caribe...
mas nisso o Rum não entra, não.

Acho que Rum engorda!
[como diria agora meu amigo: Ironia Mode ON]
Ou então deve ser aquela folhinha
verde e inocente chamada hortelã, né?
ha-ha-ha




**

E eu tenho mais é que manter minha forma!
Manter minha altivez...
ha-ha-ha
[não poderia ir embora sem essa!]

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Anexo 15

Pois bem, mais uma Terça do Vinil!

Estava por lá, e quando já vinha embora, decidi
declarar para Bruno Pedrosa que eu tenho/tinha
[já não sei ao certo] um amor regado à "Meu Esquema"
versão Transformer.
Pronto.
Foi muito legal, ele me contou toda a história da
liberação da música por Zero-Quatro, da execução
internacional da versão, dos trabalhos novos... enfim!

Só falta mais uma pessoa saber, que eu já não falei por
pura falta de coragem/cara-de-pau.
E aí sim, estarão todos cientes de que suas músicas
inspiram pessoas de uma maneira bem esécial.
Pelo menos me tocam assim!


=]

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Anexo 14 - Alice

"Eu quase desejaria não ter entrado na toca do coelho... apesar disso... apesar disso... é bem curioso, sabe, este tipo de vida! Eu queria saber o que foi que aconteceu comigo.

[Alice's Adventures in Wonderland, p.51]





O mundo que Alice entrou é tão estranho quanto
a situação que estou vivendo...
E de fato, eu também quase desejaria não ter entrado
na toca desse coelho.
Porque Gisinha aqui, também nunca havia visto um
coelho de colete, achou estranhíssimo, e... pluft!
"siga o coelho branco!"

"No instante seguinte, Alice entrou na toca atrás dele, sem
ao menos pensar em como é que iria sair dali depois.
A toca do coelho, no começo, alongava-se como um túnel, mas de repente abria-se como um poço." [Ibid., p.19]


E assim como Alice, só me vejo caindo, caindo, caindo...
QUEDA! [risos!]
E no meio dessa queda, faço-me também questionamentos
sem respostas, falo comigo mesma...

Sou quase uma Alice.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Anexo 13 - Certeza

Eu queria muito que ele tivesse lido aquele Livro. Mas talvez ele tenha medo do que poderia encontrar dentro dele, sei lá. É que eu não sei escrever daquele jeito. Sabe o que eu descobri? Que eu não sei escrever cartas. É, não sei [mais] escrever cartas. Talvez em uma carta eu pudesse escrever tudo o que sinto. Toda aquela sinceridade descarada e absurda, mascarada de sentimentos intensos.

Gente, como é que eu deixei esse homem escapar? Eu deveria ter prendido ele com as minhas pernas! Isso, ter dado uma chave de pernas nele! É que eu não posso explicar nada. Mas eu fui embora né? De tão louca que eu sou. “É... eu vou indo porque não dá mais pra mim” simples assim? Que nada, eu fui embora morrendo de dor, nunca chorei tanto... Sabe aqueles momentos de insanidade, que tudo o que você diz acaba dizendo pra evitar dizer coisas mais contundentes?

Eu acho... não! Recomeçando: Eu tenho certeza que eu fui embora para não dizer “a frase que eu nunca fiz”. Tá vendo, eu não consigo ser sincera e dizer! Digo em meias palavras, digo em ações que ele nem sabe que as tenho, ou seja, digo com a minha Fidelidade.

É que eu complexamente não posso chegar e dizer: “Acabou o Amor”. Não posso. Eu não posso dizer “eu não te Amo mais” porque isso é mentir descaradamente. Não quero essa sinceridade mascarada. Pior, eu não quero ser amada por outra pessoa, e descobrir isso foi uma coisa... tão estranha. De repente, sério, de repente mesmo, ao vê-lo tudo fazia sentido... tudo se encaixava. É o maldito Referencial. É a maldita Certeza.

Como é que eu fiz aquilo? Como é que eu fiz tudo isso? Mas eu sabia, sabia que não era pra ter ido naquele encontro. Sabia que não daria certo. E se eu pudesse mudar tudo? Eu não digo que sou boazinha não, mas eu errei tentando acertar. Mentira de novo! Eu errei tantas vezes com ele passando as coisas na cara, demonstrando as minhas cicatrizes, os erros dele. Eu errei porque não sei ficar calada. Porque não consigo me trair tanto assim.

E não nego, que o silêncio dele me tira do sério, ai que raiva! Eu falando, falando... para o nada. Quantas vezes? E os e-mails sem resposta, onde eles foram parar?
Eu? Eu não falei nada. Sofro por querer um Homem que tem medo. É... ele tem medo: de demonstrar o que sente.
Mas ele me conhece. Sabe cada detalhezinho comprometedor meu. E vive a dizer que eu o “conheço muito bem”. Se eu o conhecesse, esse texto não faria sentido algum, tudo o que escrevi não faria sentido algum. Quem disse que eu quero conhecê-lo? Eu quero que ele me queira e ponto.

Eu sei que vou te... por um longo tempo ainda, eu suspeito. Eu suspiro.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Anexo 12 - Lirismo Debochado

Tava aqui hoje, pensando que nunca mais havia escrito
no marcador Lirismo Triste [ou seja, aos sábados]. Mas
não tinha nada pra colocar, nenhum poema triste o
suficiente.
Afinal, tá tudo tão triste, constantemente...
A não ser o fato de termos "ficado" sábado passado...
[tá vendo como eu sou trágica?]
Foi bemmm legal, confesso. Natural, eu diria.

Então, nesse clima ameno, lembrei de uma música, muito
escrota, debochada e escolho ela para o Lirismo Triste de hoje.



"Quero que você me diga
A forma mais bonita
De dizer eu te amo
Eu te amo demais, Eu te amo demais
É pana que você não acredita "



Com o textinho eu bem que concordo, mas isso sendo
cantado... aff
É escrota demais.
Música inédita, que vem no próximo cd de Academia da Berlinda.
Rá!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Anexo 11 - da Insistência

Eu estou insistindo em algo que não existe mais.
Mentira.
Estou insistindo em MUITAS coisas que não existem mais.

Nessa rivalidade ridícula, que eu inventei não sei por quê!
Em falar para o nada [costume antigo esse!] .
Nessa espécie de Fidelidade que conservo!
Nesses Textos que escrevo e mais ainda, nisso que SINTO.


**


Como sentimentos tão diversos podem existir simultaneamente
em alguém, assim como em mim?
Puts, escrevi um textinho bem legal hoje no Diário da Desconhecida e no entanto, estou altamente sem paciência, surtei geral com a falta de atenção, com o... com o todo!
Surtei mesmo!


**


Até a primeira lágrima do ano, que caiu, veio travada, solitária, resistente.
Não consegui chorar!
Era tanta raiva, de verdade... Só minha bolinha de borracha mesmo pra me acalmar. Apertando-a com força! Depois banho.