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sábado, 3 de janeiro de 2009

Anexo 12 - Lirismo Debochado

Tava aqui hoje, pensando que nunca mais havia escrito
no marcador Lirismo Triste [ou seja, aos sábados]. Mas
não tinha nada pra colocar, nenhum poema triste o
suficiente.
Afinal, tá tudo tão triste, constantemente...
A não ser o fato de termos "ficado" sábado passado...
[tá vendo como eu sou trágica?]
Foi bemmm legal, confesso. Natural, eu diria.

Então, nesse clima ameno, lembrei de uma música, muito
escrota, debochada e escolho ela para o Lirismo Triste de hoje.



"Quero que você me diga
A forma mais bonita
De dizer eu te amo
Eu te amo demais, Eu te amo demais
É pana que você não acredita "



Com o textinho eu bem que concordo, mas isso sendo
cantado... aff
É escrota demais.
Música inédita, que vem no próximo cd de Academia da Berlinda.
Rá!

sábado, 15 de novembro de 2008

Lirismo Triste - Triste Mesmo!

Sábado, mais um.
Até que estão passando rápido.
Mas hoje tá difícil, de novo.
Tô meio triste, meio assim...
Nem a poesia do Lirismo Triste
eu conseguia encontrar, pra mim
já seria suficiente colocar: Tristeza.


"O que eu adoro em ti,
Não é a inteligência.
Não é o teu espírito sutil,
Tão ágil, tão luminoso,
- Ave solta no céu matinal da montanha.
Nem é a tua ciência
Do coração dos homens e das coisas. "

[Bandeira em Madrigal Melancólico]


Eu simplesmente te Adoro em tudo!




**


Falei com Filipe, ele me ligou, conversamos
um pouco.
Até ele já se lascou pô, até ele...
Me falou que temos que pensar no futuro,
tentar imaginar que o futuro já é agora! Tentar
saber o que representou esse "agora". Achei
interessante, é uma coisa que eu de fato também
costumo pensar.
Ele me deu os exemplos dele: 5 anos e um filho;
2 anos, e um aborto. E ele [Filipe] tá vivo.
Falei pra ele, que eu não tinha histórias tão fortes
assim não, que eu sobreviveria. Ele respondeu que
pra gente não era suficiente sobreviver, não.
A gente tinha era que VIVER !

É que meu corpo chama UM único nome.

Pena [?] que não é o dele!


.

domingo, 9 de novembro de 2008

Anexo 5 - Lirismo aos Domingos

Bem, sábado é o dia do Lirismo Triste,
mas ontem eu estava com o meu lirismo
e a minha tristeza no show de Nação Zumbi.
Então, vou postar hoje mesmo.

Hoje tem Pablo Neruda:


Saudade

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.


**

Pois bem, não resisti, comprei hoje uma
lembrancinha pra ele que contém esse
poema de Neruda.
Ele adora Neruda. Aí não deu, né?
E esse poema... Diz muitooo!

sábado, 1 de novembro de 2008

Bem, mas sábado, como um dia importante pra mim... pra
minha História com ele...
Será o dia da Poesia, de colocar um texto de alguem aqui.
Na verdade, será o dia do Lirismo Triste [inspirada em
Manuel Bandeira] .
Colocarei um dele então, para começar!

"Neles porás tua tristeza
Ou bem teu júbilo, e, talvez
Lhes acharás, tu que me lês,
Alguma sombra de beleza... "

do poema Versos Escritos Nágua