sábado, 15 de novembro de 2008

Lirismo Triste - Triste Mesmo!

Sábado, mais um.
Até que estão passando rápido.
Mas hoje tá difícil, de novo.
Tô meio triste, meio assim...
Nem a poesia do Lirismo Triste
eu conseguia encontrar, pra mim
já seria suficiente colocar: Tristeza.


"O que eu adoro em ti,
Não é a inteligência.
Não é o teu espírito sutil,
Tão ágil, tão luminoso,
- Ave solta no céu matinal da montanha.
Nem é a tua ciência
Do coração dos homens e das coisas. "

[Bandeira em Madrigal Melancólico]


Eu simplesmente te Adoro em tudo!




**


Falei com Filipe, ele me ligou, conversamos
um pouco.
Até ele já se lascou pô, até ele...
Me falou que temos que pensar no futuro,
tentar imaginar que o futuro já é agora! Tentar
saber o que representou esse "agora". Achei
interessante, é uma coisa que eu de fato também
costumo pensar.
Ele me deu os exemplos dele: 5 anos e um filho;
2 anos, e um aborto. E ele [Filipe] tá vivo.
Falei pra ele, que eu não tinha histórias tão fortes
assim não, que eu sobreviveria. Ele respondeu que
pra gente não era suficiente sobreviver, não.
A gente tinha era que VIVER !

É que meu corpo chama UM único nome.

Pena [?] que não é o dele!


.

Um comentário:

Juliana Lima disse...

É que meu corpo chama UM único nome.

Pena [?] que não é o dele!

Sei bem o que isso significa... sem bem o que você sentiu e sinto em cada palavra que escrevesse a mesma dor que já passou pelo meu meu coração...

tá lindo amiga!