O Anexo Um tomou vida e rumo próprios, às vezes
nem acredito que construí tudo isso, é muito
diferente, é muito singular.
Nas duas primeiras semanas, as pessoas me perguntavam
o que Caio havia achado do Blog.
Respondia que "nada", pois ele NEM SE DEU AO TRABALHO
DE LER, "deu uma olhada rápida" (palavras dele).
As pessoas achavam estranha tal atitude por parte dele, mas
a verdade é que ele não quer mais saber o que penso, o que
acho de nós dois [juntos/separados].
Vale salientar que isso foi o que ele me transpassou, o que
ele quis que eu achasse, o que ele demosntrou. E ele sabe que
eu sei disso! [um conhece o outro muito bem]
Nas semanas que se seguiram, as perguntas mudaram: queriam
saber se eu havia atualizado o Blog. Respondia que não.
O fato é que eu ainda não sei qual o objetivo do Anexo Um.
Ou melhor, qual o sentido de continuar atualizando-o. Existe?
Sei que tudo aqui é muito intenso, verdadeiro, sincero, mas ainda
não amadureci a idéia. [tenho até 2012 pra abolir o acento!]
Não sei se há motivação, afinal, as sensações deverão ser (yn)
decrescentes, né?
Enfim, veremos...
E enquanto ainda não são, segue a Intensidade do dia de hoje:
Há algum tempo aquele dia está fixado na minha memória episódica. Noite, meio chuvosa, uma peça dos alunos dele (claro!), Sto Amaro - SESC, dois convites, enfim... Naquele dia eu pude conhecer mais dele, bem mais na verdade. Ele falou muito e nem percebeu! Dos movimentos sociais, do Liceu, do CEFET... Enquanto a peça, que atrasou, não começava. Mas o episódio mais engraçado dessa noite, foi na saída... quando ele me apresentou aos alunos como "namorada". Um silêncio ensurdecedor pairou sobre nós, sobre esse assunto... [é engraçado/inusitado]. Comentamos depois mas muito timidamente. E eu sequer postei algo no Diário, porque naquela época, ele ainda acompanhava as postagens. Coloco aqui agora, tenho mais nada pra hesitar! [16/03/09]
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